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	<title>Bicatu</title>
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	<description>Desenvolvimento, segurança e humor</description>
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		<title>HipHop : novidades sobre o compilador PHP</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2010/08/hiphop-novidades-sobre-o-compilador-php/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 18:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[c++]]></category>
		<category><![CDATA[hiphop]]></category>
		<category><![CDATA[php]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há pouco mais de 6 meses atrás a equipe do facebook lançou uma notícia que balançou a comunidade de desenvolvimento, sobretudo de PHP.  Ele haviam desenvolvido um produto, chamado de HipHop que tria reduzido em 50% o consumo de recursos, CPU entre eles.</p>
<p>O HipHop não é um compilador e sim uma ferramenta que transforma o código [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco mais de 6 meses atrás a equipe do facebook lançou uma notícia que balançou a comunidade de desenvolvimento, sobretudo de PHP.  Ele haviam desenvolvido um produto, chamado de HipHop que tria reduzido em 50% o consumo de recursos, CPU entre eles.</p>
<p>O <a title="HipHop" href="http://github.com/facebook/hiphop-php">HipHop</a> não é um compilador e sim uma ferramenta que transforma o código PHP em código C++.  Com isso você pode gerar, usand o GCC, versões compiladas nativamente e executá-las em seu servidor web.</p>
<p>É possível ter assim ganhos com redução de consumo de memória e de CPU já que é removida uma etapa de de parsing na qual o código PHP é validado e interpretado.</p>
<p>Apesar de ambicioso o HipHop ainda apresenta algumas limitações quanto a que funções/extensões do PHP podem ser compiladas.</p>
<p>Em um post recent houve anúncio de que foi possível conseguir mais ganhos de performance e que a comunidade começa a participar com patches e suporte a novas plataformas.</p>
<p>Por enquanto apenas o Linux em versão 64 bits (com suas respectivas bibliotecas em verões específicas) é suportado oficialmente.  Entretanto versões para o FreeBSD e Mac OSX começam a aparecer.</p>
<p>Saiba mais em http://www.facebook.com/note.php?note_id=416880943919</p>
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		<title>Zend Framework 2.0 (o que esperar)</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2010/06/zend-framework-2-0-o-que-esperar/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 18:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[git]]></category>
		<category><![CDATA[php 5.3]]></category>
		<category><![CDATA[zend framework]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Recentemente foi liberada a primeira versão do Zend Framework 2.0.   Apesar de ser uma versão ainda em desenvolvimento e com muitas mudanças à vista já é possível ter um gostinho do que está por vir.</p>
<p>Neste post irei resumir o que se sabe publicamente sobre o projeto até o momento.</p>
<p>Segundo o lead developer (Matthew Weier O&#8217;Phinney) os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Recentemente foi liberada a primeira versão do Zend Framework 2.0.   Apesar de ser uma versão ainda em desenvolvimento e com muitas mudanças à vista já é possível ter um gostinho do que está por vir.</p>
<p>Neste post irei resumir o que se sabe publicamente sobre o projeto até o momento.</p>
<p>Segundo o lead developer (Matthew Weier O&#8217;Phinney) os objetivos básicos são:</p>
<ul>
<li>Facilitar o aprendizado (reduzindo a learning curve)</li>
<li>Tornar a extensão do framework simples (trivially simple segundo o mesmo)</li>
<li>Melhorar a performance do framework</li>
<li>Simplificar a manutenção do framework</li>
<li>Ser um exemplar de uso do PHP 5.3</li>
<li>Prover mecanismos para permitir que apenas as partes necessárias por uma aplicação possam ser usadas</li>
</ul>
<p>No blog do Sr. O&#8217;Phinney foi possível perceber que em vez de buscar prover novas funcionalidades, foi escolhido o caminho de se melhorar, com a quebra de compatibilidade reversa com o ZF 1.0, alguns componentes que perderam o &#8220;rumo&#8221; ao longo desses 3 anos.   Além de permitir incorporar  as funcionalidades que o PHP 5.3 trouxe (como namespaces e closures) e melhorar a velocidade do framework não espere nada &#8220;revolucionário&#8221;.</p>
<p>Um ponto, dentre vários, ainda obscuro para mim será o relacionamento com o Doctrine.  Para quem não conheçe, Doctrine é um ORM (Object Relational Mapping) muito bom e que está, assim como o Zend, em desenvolvimento para a sua versão 2.0.     Na lista de desenvolvimento do Zend há alguns meses foi indicado que o componente Zend_Db, apesar de bom, não poderia oferecer as mesmas funcionalidades sem acabar por duplicar esforços.  Na ocasião chegamos a ver um proposal para um Zend_Entity que acabou encerrado quando foi visto o que iria representar.</p>
<p>Agora para a versão nova o que irá acontecer com o Zend_Db, mas não creio que ele irá sumir.  Talvez receba apenas as mudanças sintáticas que o PHP 5.3 oferece e continue com a mesma funcionalidade.  O que está certo, tanto quanto possível, é que a integração entre o Doctrine e a Zend Framework irá acontecer.    É possível que vejamos o Zend_Tool com opção para geração de entidades baseadas no YAML.</p>
<p>Recomendo a todos que usam esse framweork, ou estão pensando em mudar, que acompanhem o desenvolvimento do Zend que promete ser, no mínimo, interessante.</p>
<p>Para obter a versão atual use o git<br />
git clone git://git.zendframework.com/zf.git</p>
<p>Para ver o anúncio original acesse <a href="http://weierophinney.net/matthew/archives/241-State-of-Zend-Framework-2.0.html">http://weierophinney.net/matthew/archives/241-State-of-Zend-Framework-2.0.html</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Alta disponibilidade em ambiente Linux</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2010/05/alta-disponibilidade-em-ambiente-linux/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 01:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[alta disponibilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[HA]]></category>
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		<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Alta disponibilidade em ambiente GNU/Linux</p>
View more presentations from [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="__ss_3866442" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Alta disponibilidade em ambiente GNU/Linux" href="http://www.slideshare.net/bicatu/alta-disponibilidade-em-ambiente-gnulinux">Alta disponibilidade em ambiente GNU/Linux</a></strong><object id="__sse3866442" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=altadisponibilidade-100426224951-phpapp02&amp;stripped_title=alta-disponibilidade-em-ambiente-gnulinux" /><param name="name" value="__sse3866442" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse3866442" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=altadisponibilidade-100426224951-phpapp02&amp;stripped_title=alta-disponibilidade-em-ambiente-gnulinux" name="__sse3866442" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/bicatu">Mario Bittencourt</a>.</div>
</div>
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		</item>
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		<title>E-readers/E-books &#8211; estamos prontos para eles? (aka Kindle vs Nook)</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2009/11/e-readerse-books-estamos-prontos-para-eles-aka-kindle-vs-nook/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 00:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[e-reader]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>Há muito tempo a maior reclamação de quem lia algo maior que uma página em formato digital era a comparação (desfavorável) com a mídia impressa.</p>
<p>Ler algo em formato digital sempre esteve associado ao computador, o que significa restringir os locais/horas que você pode fazer isso.  No passado leitores digitais (quer seja sob a forma dos PDAs) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/12/500x_nook_kindle_beauty.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-95" title="500x_nook_kindle_beauty" src="http://bicatu.argo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/500x_nook_kindle_beauty-300x199.jpg" alt="500x_nook_kindle_beauty" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Há muito tempo a maior reclamação de quem lia algo maior que uma página em formato digital era a comparação (desfavorável) com a mídia impressa.</p>
<p>Ler algo em formato digital sempre esteve associado ao computador, o que significa restringir os locais/horas que você pode fazer isso.  No passado leitores digitais (quer seja sob a forma dos PDAs) resolviam o problema da mobilidade mas traziam consigo outros fatores que limitavam, na prática a sua adoção:</p>
<ul>
<li>Preço</li>
<li>Duração da bateria</li>
<li>Peso</li>
<li>Facilidade de leitura</li>
<li>Disponibilidade de títulos</li>
</ul>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>Como toda tecnologia emergente a falta de escala e a própria natureza, muitas vezes recém saída da fase experimental, faziam com que o custo dos leitores digitais (e-readers) fossem acima dos US$500 (mais próximos de US$1000) o que limitava o uso desse aparelho ao entusiastas mais abonados.</p>
<p><strong>Duração da bateria</strong></p>
<p>Nada mais frustrante que ter um dispositivo como um e-reader e se encontrar tendo que ficar com ele ligado na tomada (que nunca está próxima) a cada 4h de uso.  Os primeiros modelos utilizavam tecnologias de LCD que, mesmo com os avanços, duram pouco.</p>
<p>Assim o e-readers das primeiras gerações eram rapidamente deixados de lado pela falta de autonomia de vôo que apresentavam no dia a dia.</p>
<p><strong>Peso</strong></p>
<p>Quase que como uma consequência das tecnologias utilizadas no display o uso de baterias de alta capacidade eram usadas para dar uma autonomia maior.  Isso trouxe um peso que fazia o e-readers mais incômodos do que transportar as versões impressas dos livros.</p>
<p><strong>Facilidade de leitura</strong></p>
<p>Quando você compara um livro impresso com um lido em um e-reader das primeiras gerações a primeira coisa que você notava é que a leitura não era tão fácil depois de alguns minutos.   Fatores como reflexo e ângulo de leitura eram facilmente detectados.</p>
<p><strong>Disponibilidade de títulos</strong></p>
<p>Esse, em minha avaliação, foi o principal limitante.  Mesmo que você conseguisse esquecer os demais fatores citados anteriormente você esbarrava em um ponto.   O que irei ler no meu e-reader?</p>
<p>Aqueles que trabalham na área técnica tem resposta fácil para esta pois no começo você colocava documentos, principalmente em PDF, que eram disponibilizados ou gerados sob a formas de manuais de referência.  Entretanto quando se afasta desse conteúdo quase ninguém lançava títulos nesse formato.</p>
<p>O usuário ou apelava para versões pirateadas em PDF dos livros ou não tinha nada o que fazer.</p>
<p><strong>A evolução</strong></p>
<p>Há pouco mais de 1 ano o mercado (que mercado?) de livros digitais foi sacudido.  Muito parecido, mas em menor proporção, com o que se viu quando do lançamento do iPhone, a Amazon lançou um e-reader chamado Kindle que prometia resolver todos os problemas citados: era razoavelmente barato, leve, tinha uma duração da bateria excelente e tinha o que ler!  Somado a isso o mecanismo de &#8220;entrega&#8221; dos livros via rede de dados de celular (3G) prometeu tempos de entrega imediatos.</p>
<p>Nada mais de ficar esperando pelo livro chegar no correio, nada mais de ficar tendo que ligar o leitor na tomada a cada x horas.</p>
<p>A evolução da tecnologia, dentre elas o e-ink e o barateamento do armazenamento em estado sólido, ajuda a entender como foi possível mudar o quadro mas o fato desse e-reader estar vinculado a um grande distribuidor de títulos resolveu o grande problema que era a falta de títulos disponíveis.</p>
<p>Agora em sua segunda versão e contando com uma cobertura quase global (inclusive no Brasil) é possível notar como o Kindle está ganhando momentum.  Eu tive a oportunidade de usar o Kindle2 e posso dizer que todos os meus receios foram resolvidos.</p>
<p>A agilidade com que pude adquirir um livro e em poucos minutos ter o mesmo disponível é imbatível.  A leveza do aparelho, a nitidez da tela e as funcionalidades como fazer anotações, consultar a wikipedia complementam a idéia de que o produto, mesmo em sua segunda geração já atingiu um grau de maturidade que permite ser usado não só por quem é fã de tecnologia.</p>
<p>Mas antes que possam me acusar de receber comissão da Amazon é preciso ressaltar alguns pontos negativos na solução adotada.</p>
<p>O primeiro ponto é que apesar de todos os avanços o reader ainda é preto e branco.  Nada de mais para quem só lês romances ou livros técnicos mas deixa a desejar quando comparamos com jornais (mesmo impressos) ou revistas com suas fotos e livros com ilustrações.</p>
<p>A disponibilidade de títulos em português.  Hoje apenas o jornal &#8220;O Globo&#8221; possui uma versão para o Kindle.    Os demais títulos, dentre eles revistas e livros apenas em inglês.   Ou seja, nada de achar que irá poder comprar o próximo título do Paulo Coelho no Kindle (apesar de isso não ser extatamente um problema).</p>
<p>Esses pontos podem diminuir o interesse inicial mas a meu ver são temporários.  Em breve a tecnologia o e-ink irá evoluir para permitir cores com a mesma característica.  As editoras nacionais irão lançar seus títulos para a plataforma e outros jornais, revistas e livros serão disponibilizados.</p>
<p>O ponto que pode influenciar o crescimento e o sucesso do Kindle está no modelo como ele se relaciona com o Cliente e a concorrência.  No Kindle quando compro um livro não posso emprestá-lo (sem entregar o aparelho) ou mesmo revendê-lo quando não mais tiver interesse.</p>
<p>E é apostando em se diferenciar que a Barnes &amp; Noble lançou o Nook.  Essencialmente um clone do Kindle que chegará ao mercado com mais de um milhão de títulos disponíveis, uma flexibilidade maior na operação com livros &#8211; será possível emprestar seu livro digital e a capacidade, via um slot SD, de expandir o espaço para até 17000 livros (contra 1500 do Kindle2 e 3000 do Kinde DX).</p>
<p>Num primeiro momento o modelo da B&amp;N parece mais atrativo para o consumidor.  Resta saber como a dinâmica do mercado irá atuar para definir se teremos um vencedor ou a continuidade da operação dos dois players.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cuidado ao assumir &quot;default&quot; em desenvolvimento de software</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2009/08/cuidado-ao-assumir-default-em-desenvolvimento-de-software/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 13:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para aqueles que acham que o impossível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aqueles que acham que o impossível não acontece.</p>
<p><a href="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/65679.strip_.sunday.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-89" title="65679.strip.sunday" src="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/65679.strip_.sunday.gif" alt="65679.strip.sunday" width="640" height="287" /></a></p>
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		</item>
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		<title>Controle de acesso &#8211; Tokens, single sign on</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2009/08/controle-de-acesso-tokens-single-sign-on/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 20:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[cissp]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No arsenal de tecnologias para uso do controle de acesso vimos que a biometria provê um grau de segurança a mais quando relacionada a autenticação de dois ou três fatores.  Além da biometria outras formas como senhas de um único uso (one-time password) e tokens podem ser usadas.</p>
<p>One-time password</p>
<p>One-time password é uma senha que só é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No arsenal de tecnologias para uso do controle de acesso vimos que a biometria provê um grau de segurança a mais quando relacionada a autenticação de dois ou três fatores.  Além da biometria outras formas como senhas de um único uso (one-time password) e tokens podem ser usadas.</p>
<p><strong>One-time password</strong></p>
<p>One-time password é uma senha que só é valida para uma sessão de logon.  Ela é considerada dinâmica pois muda em intervalos regulares ou segundo algum evento.  A senha dinâmica provê o mais alto nível de segurança para esse tipo de controle de acesso.</p>
<p>Os tokens e o protocolo S/key são exemplos de implementações de one-time password.</p>
<p><strong>Tokens<br />
</strong><br />
Tokens são dispositivos de controle de acesso tais como smart cards, cartões magnéticos que armazenam senhas estáticas (ou certificados digitais) ou geram senhas dinâmicas.</p>
<p>Os tipos de tokens são :</p>
<p>a) Tokens de senhas estáticas</p>
<p>Armazenam senhas estáticas ou certificados digitais</p>
<p>b) Tokens de senhas dinâmicas síncronas</p>
<p>Geram continuamente senhas dinâmicas em intervalos de tempo regulares (ex. a cada 60 segundos) ou decorrentes de um evento (pressionar de um botão).  Tipicamente a senha gerada só é válida durante uma janela de tempo e para um logon.</p>
<p>c) Tokens de senhas dinâmicas assíncronas</p>
<p>Geram as senhas ao calcular a resposta correta para um desafio gerado aleatoriamente pelo sistema.   O sistema ao qual você deseja ter acesso irá gerar um desafio e você deve informar o mesmo no dispositivo e ele irá gerar uma resposta que deve ser usada para efetuar o logon.</p>
<p><strong>Single sign-on (SSO)</strong></p>
<p>Com o advento do crescimento do número de sistemas e dado o ambiente heterogêneo encontrado nas empresas, o usuário médio é apresentado a um grande número de contas, uma para cada sistema.</p>
<p>Isso como já vimos tem duas desvantagens:</p>
<ul>
<li>Usuários com várias contas tendem a escolher senhas mais frágeis</li>
<li>Multiplas contas afetam a produtividade já que são várias contas para serem criadas, mantidas, resetadas etc.</li>
</ul>
<p>Para auxiliar nesse sentido sistemas que ofereçam SSO auxiliam no processo.  Dentre os sistemas de SSO mais conhecidos estão:</p>
<ol>
<li>Kerberos</li>
<li>SESAME</li>
<li>KryptoKnight</li>
</ol>
<p><strong>Metodologias de implantação de controle de acesso</strong></p>
<p>As metodologias de controle de acesso são normalmente classificadas como centralizadas ou descentralizadas.</p>
<ul>
<li>Centralizadas</li>
</ul>
<p>LDAP &#8211; Provê serviços para autenticação de usuários e recursos.</p>
<p>RAS (Remote Access Service) &#8211; Utilizam protocolo PPP para encapsular pacotes IP.</p>
<p>RADIUS (Remote Authentication Dial-in User Service) &#8211; Utiliza UDP para enviar usuário e senha para o servidor realizar autenticação</p>
<p>TACACS (Terminal Access Controller Access Control System) &#8211; Provê o AAA (Authorization, Authentication e Accountability)</p>
<ul>
<li>Descentralizados</li>
</ul>
<p>Nos sistemas descentralizados a localização das informações do usuário estão espalhadas em localizações diferentes e mantidas por administradores distintos.</p>
<p>No próximo post encerraremos esta introdução ao controle de acesso ao discutirmos sobre os métodos de ataque e controles de acesso de dados.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não se pode ter tudo</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2009/08/nao-se-pode-ter-tudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 02:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[[...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/63975.strip_.gif"><img src="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/63975.strip_.gif" alt="63975.strip" title="63975.strip" width="640" height="199" class="aligncenter size-full wp-image-80" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Controle de acesso &#8211; biometria</title>
		<link>http://www.bicatu.com.br/2009/08/controle-de-acesso-biometria/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 02:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[cissp]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como vimos o uso de senhas ou mesmo PINs possuem desvantagens que reduzem sua eficácia e o nível real de segurança.  Assim sendo a biometria, com o terceiro fator (algo que você é) auxilia dada a maior dificuldade de se burlar a mesma.</p>
<p>O uso da biometria é normalmente encontrado em dois cenários :</p>

Controle de acesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como vimos o uso de senhas ou mesmo PINs possuem desvantagens que reduzem sua eficácia e o nível real de segurança.  Assim sendo a biometria, com o terceiro fator (algo que você é) auxilia dada a maior dificuldade de se burlar a mesma.</p>
<p>O uso da biometria é normalmente encontrado em dois cenários :</p>
<ul>
<li>Controle de acesso físico</li>
</ul>
<p>O indivíduo apresenta a característica biométrica  e o sistema tenta identificar  o indivíduo ao buscar em uma base de dados essa característica.   Busca um-para-vários.</p>
<ul>
<li>Controle de acesso lógico</li>
</ul>
<p>O indivíduo apresenta um código (nome do usuário ou PIN) e em seguida a característica biométrica. O sistema tenta autenticar o usuário ao casar a identidade apresentada com os dados biométricos associados a conta (nome do usuário ou PIN).  Busca um-para-um.</p>
<p><strong>Fatores necessários para um sistema biométrico eficaz:</strong></p>
<p>a) Acurácia</p>
<p>É a característica mais importante em um sistema biométrico.  A característica única sendo medida garante a identificação positiva do solicitante.  A acurácia é medida em percentual com os termos abaixo</p>
<p><strong>FRR</strong> &#8211; False Reject Rate (erro tipo I).   Quando o sistema rejeita o acesso de usuários genuinamente autorizados.<br />
<strong>FAR</strong> &#8211; False Accept Rate (erro tipo II).  Quando o sistema garante o acesso de usuários não autorizados<br />
<strong>CER</strong> &#8211; Crossover Error Rate. É o ponto no qual o FRR e  FAR se encontram.</p>
<p>b) Velocidade</p>
<p>Define o tempo necessário para completar o processo de autenticação  Isso tem que incluir se apresentar ao sistema, fornecer o cartão/pin, entrar a característica biométrica, processar os dados de entrada.</p>
<p>Alguns parâmetros comumente aceitos : velocidade de menos de 5 segundos, vazão de 6 a 10 por minutos e tempo de cadastramento menor que 2 minutos</p>
<p>c) Necessidade de armazenamento</p>
<p>Apesar de cada vez menos significativo esta característica indica o espaço necessário para se armazenada os dados biométricos de um usuário.</p>
<p>d) Confiabilidade</p>
<p>O sistema deve ser capaz de funcionar corretamente e de maneira precisa sem necessitar de manutenções constantes</p>
<p>e) Aceitabilidade</p>
<p>É a facilidade com que o método é aceito pelo usuário.  Questões sobre ética e de saúde são postas pelos usuários e podem representar o principal fator de problema na adoção do modelo.</p>
<p><strong>Tipos de controles de acesso biométrico</strong></p>
<p>a) Digital  (finger scan)</p>
<p>b) Geometria das mãos (hand geometry)</p>
<p>c) Retina (Retina pattern)</p>
<p>d) Iris (Iris scan)</p>
<p>e) Voz (Voice recognition)</p>
<p>f) Assinatura (Signature dynamics)</p>
<p><strong>Digital</strong></p>
<p>É a forma mais comum de biometria utilizada hoje, com cerca de 78% do total de vendas. Ela armazena informações sobre pontos das digitais para realizar a comparação.</p>
<p><strong>Geometria das mãos</strong></p>
<p>É mais acurado do que o sistema de digitais, utiliza um dos menores tamanhos de arquivo para armazenar os dados e é conseguido gerando-se uma geometria tridimensional através de uma câmera digital que captura simultaneamente informações verticais e horizontais da mão.</p>
<p>São capturadas comprimento, largular, altura e outras características únicas da mão e dedos.</p>
<p><strong>Retina</strong></p>
<p>Os sistemas armazenam elementos únicos no padrão vascular da retina.  As maiores preocupações são medo de dano no olho pelo laser.   Na verdade é apenas uma câmera com uma luz de baixa intensidade).</p>
<p>Problemas como diabetes e de coração podem causar alteração no padrão da retina e causar falsos negativos.</p>
<p><strong>Iris</strong></p>
<p>É o tipo com maior acurácia dos sistemas biométricos. A iris é a parte colorida do olho que contorna a pupila.</p>
<p>O usuário deve se colocar a uma distância de 7.5 a 25 cm do dispositivo para permitir o processo de scan da iris por uma câmera.</p>
<p><strong>Reconhecimento de voz</strong></p>
<p>Capturam características  únicas da voz do usuário e podem realizar padrões fonéticos e linguísticos.  A maioria dos sistemas depende de um texto específico que deve ser repetido pelo usuário. Esse requisito também ajuda a elevar a segurança ao prover um sistema de dois fatores.</p>
<p><strong>Assinatura</strong></p>
<p>O sistema requer que o usuário assine seu nome em um tablet.   São analisadas características da assinatura para comparação com um valor previamente salvo.</p>
<p>Tem como principal problema o fato da assinatura poder ser forjada ou ainda apresentar variação e com isso gerar falsos negativos.</p>
<p><strong>Comparação entre os vários tipos de biometria</strong></p>
<p><a href="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Picture-1.png"><img src="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Picture-1.png" alt="Comparação entre as formas de biometria" title="Comparação entre as formas de biometria" width="696" height="205" class="aligncenter size-full wp-image-76" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Controle de acesso &#8211; sistema, senhas e pin</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[certificação]]></category>
		<category><![CDATA[cissp]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No controle de acesso é possível identificar duas categorias:</p>

Sistema (system access controls)
Dados (data access controls)

<p>Controles de acesso de sistema</p>
<p>Eles protegem o sistema inteiro e provêem a primeira linha de defesa para os dados contidos no sistema.  A proteção destes se dá ao restringirem o acesso ao sistema.</p>
<p>Eles podem prover o AAA mas são mais conhecidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No controle de acesso é possível identificar duas categorias:</p>
<ol>
<li>Sistema (<em>system access controls</em>)</li>
<li>Dados (<em>data access controls</em>)</li>
</ol>
<p><strong>Controles de acesso de sistema</strong></p>
<p>Eles protegem o sistema inteiro e provêem a primeira linha de defesa para os dados contidos no sistema.  A proteção destes se dá ao restringirem o acesso ao sistema.</p>
<p>Eles podem prover o AAA mas são mais conhecidos pela autenticacão.</p>
<p>A autenticação é baseada em qualquer um dos três fatores:<br />
a) Algo que você conhece (<em>something you know</em>)</p>
<p>Se baseia no fato de que apenas o dono da conta tem o conhecimento de uma senha ou código de identificação necessário para acessar a conta.</p>
<p>b) Algo que você possui (<em>something you have</em>)</p>
<p>Se baseia no fato de que apenas o dono da conta tem a posse de uma chave para acessar a conta.  Essa chave é comumente um smartcard ou token card</p>
<p>c) Algo que você é (<em>something you are</em>)</p>
<p>Se baseia no fato de que só você é você! <img src='http://www.bicatu.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />   Ou seja, só você tem a sua impressão digital, iris, voz etc.</p>
<p>Autenticação é então baseada em algo que você conhece, tem ou é!</p>
<p>Autenticação de dois fatores (two factor-authentication) utiliza quaisquer dois fatores dos descritos acima.  Autenticação de três fatores utiliza todos os fatores vistos.</p>
<p><strong>Identificação e autenticação</strong></p>
<p>O componente de identificação é normalmente simples, baseado em um nome de usuário, endereço MAC (medium access control), endereço IP ou identificador de processo.</p>
<p>Os únicos requisitos para a identificação é que eles possam identificar de maneira única o usuário e não deve identificar a posição do mesmo dentro do sistema/organização.</p>
<p>Lembrando que identificação é o ato de reivindicar uma identidade e autenticação é o ato de verificar essa identidade!</p>
<p><strong>Senhas e frases secretas</strong></p>
<p>A senha é o mecanismo mais comum para autenticação.  A frase secreta é uma variação que usa uma sequencia de palavras em vez de uma só.</p>
<p>Problemas com senhas e frase secretas:<br />
a) Inseguras</p>
<ul>
<li>natureza humana &#8211; os usuários tendem a escolher senhas que são fáceis de lembrar (e consequentemente fáceis de se advinhar).  Os usuários tem a tendência de escrever a senha ou compartilhar com outros</li>
<li>transmissão e armazenamento &#8211; alguns aplicativos e protocolos transmitem a senha em texto puro (clear text) ou a armazenam sem estar criptografada ou usando um hash fraco</li>
</ul>
<p>b) Facilmente quebradas</p>
<p>	Senhas são alvo de ataques por força bruta e de dicionário</p>
<p>c) Inconvenientes</p>
<p>	Digitar a senha pode ser cansativo para usuários que tem que fazê-lo muitas vezes.  É comum que por conta disso o usuário escolha uma senha muito pequena, de fácil digitação, ou se recusem a travar a estação enquanto estiverem ausentes.</p>
<p>d) Refutáveis</p>
<p>	Transações autenticadas apenas com a senha não necessariamente incluem mecanismos para provar a identidade do usuário.  Assim falham ao prover a não repudiação.</p>
<p>Controles e gerenciamento  de segurança aplicado a senhas</p>
<p>Alguns controles que podem (e devem) ser aplicados em sua política de segurança:</p>
<ul>
<li>Tamanho : quanto maior melhor já que a senha nada mais é do que uma chave de criptografia.  No mínimo de 6 ou 8 caracteres</li>
<li>Complexidade : quanto mais difícil melhor (do ponto de vista da segurança).  Usar letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais (tais como @) ajudam.</li>
<li>Validade : Toda senha deve ter um limite máximo de validade que força que o usuário tenha que alterá-la periodicamente.  Prazos como 30,60 ou 90 dias são recomendados.  Recomenda-se também um tempo mínimo de 1 dia para evitar que o usuário altere a senha e evite o próximo controle</li>
<li>Histórico : O sistema deve ser capaz de se lembrar das últimas 5 senhas e com isso evitar que o usuário (forçado pelo item anterior) escolha a mesma senha ou fique fazendo ciclos.</li>
<li>Limitar tentativas : O sistema deve limitar o número de tentativas sem sucesso para acessar uma conta.  É composto de dois componentes : um limite (counter threshold) e tempo de reset (counter reset).  Ex.  counter threshold = 3 e counter reset = 30 minutos.  Se houver 3 tentativas sem sucesso no período de 30 minutos a conta é bloqueada.</li>
<li>Duração de bloqueio : Define a duração de tempo na qual uma conta não pode ser acessada depois de se ultrapassar o limite de tentativas sem sucesso.</li>
<li>Período de acesso : Define o período do dia no qual o usuário pode fazer o acesso.</li>
<li>Mensagens de sistema :<br />
	Desabilitar os banners de logon<br />
	Desabilitar funcionalidade que exibe o login que realizou acesso com sucesso pela última vez<br />
	Exibir o último acesso com sucesso</li>
</ul>
<p>Além das senhas e frases secretas é comum o uso de números de identificação pessoal (PIN) e de biometria.</p>
<p>Enquanto o PIN é um número com 4 dígitos e a biometria se baseia em características do usuário que deseja se autenticar e será vista no próximo blog.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Recursos humanos sem meias palavras</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 22:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dilbert]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que você faria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que você faria neste caso?</p>
<p><a href="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/62568.strip_.gif"><img src="http://www.bicatu.com.br/wp-content/uploads/2009/08/62568.strip_.gif" alt="62568.strip" title="62568.strip" width="640" height="199" class="aligncenter size-full wp-image-72" /></a></p>
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